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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
PEDRINHO. O PETULANTE #051
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Postado por Tiago Silva 1 comentários
Marcadores: Pedrinho o Petulante
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
PEDRINHO. O PETULANTE #49
Postado por Tiago Silva 0 comentários
Marcadores: Lula, Pedrinho o Petulante
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
PEDRINHO. O PETULANTE #48
Postado por Tiago Silva 2 comentários
Marcadores: Aquecimento Global, Pedrinho o Petulante
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
PEDRINHO. O PETULANTE #45
Olá querido leitor!
Você deve ter percebido que o Pedrinho andou meio sumido nestes últimos tempos... Pois é... Ele andou fazendo várias horas-extras no escritório pra poder deixar a empresa em ordem e, pegar férias coletivas... Mas como todo assalariado brasileiro, sempre que sobra uma folga, o que ele faz?
Sim, vai procurar um bico pra garantir uns trocados extras!
E o Pedrinho conseguiu uma vaga de Papai Noel em um shopping center(!!!)
Isso mesmo que você leu... Pedrinho, aquele PETULANTE, rabugento e insensível, vai ter que aturar todas aquelas crianças pentelhas...
Será que ele aguenta???
É isso que você vai conferir durante a SEMANA TODA!!!
COM VOCÊS:


Antes de ir pro shopping center, Pedrinho veio trazer o PANETONE do José Roberto Arruda...

Postado por Tiago Silva 0 comentários
Marcadores: Pedrinho o Petulante
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
PEDRINHO. O PETULANTE #044
Postado por Tiago Silva 0 comentários
Marcadores: José Roberto Arruda, Pedrinho o Petulante
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
PEDRINHO. O PETULANTE #042
.....................................................................................................Defensor da permanência no ex-guerrilheiro Cesare Battisti no Brasil, o ministro Tarso Genro (Justiça), muniu-se de lenha.
Na última quinta (19), nas pegadas da decisão do STF que deu a Lula a última palavra sobre a extradição, Tarso levou novos gravetos à fogueira.
Disse que setores da sociedade e do governo da Itália reclamam o retorno de Battisti porque sofrem “influências fascistas”.
O ministro italiano da Defesa, Ignazio La Russa, que noutras oportunidades dirigira críticas acerbas a Tarso, dessa vez borrifou água nas labaredas:
“Ele é livre para expressar sua opinião, como nós fazemos aqui na Itália”.
Deu-se coisa diversa com o presidente do Senado italiano, Maurizio Gasparri. O senador açulou o fogo:
“A amizade entre a Itália e o Brasil é tal, que podemos ignorar, mais uma vez, a patetice dita pelo senhor Genro”.
Os comentários do ministro da Justiça ecoaram também no Senado brasileiro. Líder do DEM, José Agripino (RN), disse:
“O governo italiano vai entender essa declaração como um insulto a sua realidade. O fascismo foi varrido da Itália há muito tempo...”
“...O ministro não deveria ter insultado a Itália com esta pejorativa declaração”.
Adversário de Tarso na política gaúcha, Pedro Simon, do PMDB, foi, por assim dizer, menos lhano que Agripino:
“O ministro perdeu uma boa oportunidade de ficar calado. Ele pode achar que Battisti deve ficar no Brasil, mas...”
Mas ...”o presidente tem que tomar a atitude correta e extraditá-lo, como determinou o STF”.
O diabo é que, diferentemente do que afirma Simon, o STF (Supremo Tergiversador Federal) decidiu não decidir.
Depois de referendar a extradição, transferiu a Lula a atribuição de devolver ou não Battisti à Itália, onde arrosta uma condenação por quatro homicídios.
Carlos Ayres Britto, que, depois de votar pela extradição, abraçou a tese de que cabe a Lula decidir, esforça-se agora para justificar a aparente dubiedade:
“Cada coisa em seu lugar. O Supremo decide sobre a extraditabilidade, a parte jurídica, encerra aí...”
“...Em sequência, vem a parte política, que é de responsabilidade do presidente da República”.
Lula já decidiu. Mas faz mistério. Para usar o linguajar de Ayres Britto, suponha-se que o presidente decida pela inextraditabilidade de Battisti.
A fogueira inaugurada por Tarso Genro parecerá brincadeira de criança perto do fogaréu diplomático que está por vir.
Na última quinta (19), nas pegadas da decisão do STF que deu a Lula a última palavra sobre a extradição, Tarso levou novos gravetos à fogueira.
Disse que setores da sociedade e do governo da Itália reclamam o retorno de Battisti porque sofrem “influências fascistas”.
O ministro italiano da Defesa, Ignazio La Russa, que noutras oportunidades dirigira críticas acerbas a Tarso, dessa vez borrifou água nas labaredas:
“Ele é livre para expressar sua opinião, como nós fazemos aqui na Itália”.
Deu-se coisa diversa com o presidente do Senado italiano, Maurizio Gasparri. O senador açulou o fogo:
“A amizade entre a Itália e o Brasil é tal, que podemos ignorar, mais uma vez, a patetice dita pelo senhor Genro”.
Os comentários do ministro da Justiça ecoaram também no Senado brasileiro. Líder do DEM, José Agripino (RN), disse:
“O governo italiano vai entender essa declaração como um insulto a sua realidade. O fascismo foi varrido da Itália há muito tempo...”
“...O ministro não deveria ter insultado a Itália com esta pejorativa declaração”.
Adversário de Tarso na política gaúcha, Pedro Simon, do PMDB, foi, por assim dizer, menos lhano que Agripino:
“O ministro perdeu uma boa oportunidade de ficar calado. Ele pode achar que Battisti deve ficar no Brasil, mas...”
Mas ...”o presidente tem que tomar a atitude correta e extraditá-lo, como determinou o STF”.
O diabo é que, diferentemente do que afirma Simon, o STF (Supremo Tergiversador Federal) decidiu não decidir.
Depois de referendar a extradição, transferiu a Lula a atribuição de devolver ou não Battisti à Itália, onde arrosta uma condenação por quatro homicídios.
Carlos Ayres Britto, que, depois de votar pela extradição, abraçou a tese de que cabe a Lula decidir, esforça-se agora para justificar a aparente dubiedade:
“Cada coisa em seu lugar. O Supremo decide sobre a extraditabilidade, a parte jurídica, encerra aí...”
“...Em sequência, vem a parte política, que é de responsabilidade do presidente da República”.
Lula já decidiu. Mas faz mistério. Para usar o linguajar de Ayres Britto, suponha-se que o presidente decida pela inextraditabilidade de Battisti.
A fogueira inaugurada por Tarso Genro parecerá brincadeira de criança perto do fogaréu diplomático que está por vir.
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